
Como uma imensa estrada: sinuosa, solitária, soturna, atravessando um deserto sem fim que, incessantemente, te leva de sítio nenhum para nenhum sítio.
Não deixes que a tua existência se transforme num interminável "S" sem-sentido. Desenha, para ti, uma viagem diferente dessa que sentes ser a certa, porque qualquer outra te parece inacessível.
Ainda que não acredites, há caminhos que, ao invés de seguirem sucessivamente um percurso de serpente, vão a direito e podem levar-te exactamente daqui, onde te encontras, até ali, onde queres ir. Tudo depende da força com que o desejas e do empenho, do carinho com que te entregas a esse desiderato, da determinação com que vais ao encontro dessa vontade.
Sai desse "S" (tecido de sofrimento, de saudade, de sabor a sangue)!
Vem para o "V" (vestido de Vida, de Ventura, de Vitória)!
Vem... e vê que vives!!!
