Berthe Morisot - Reading
Naquele tempo
passava os dias a ler o que escrevias.
Deixava-me extasiar
com o teu verbo fluente,
a simplicidade da tua arquitectura poética,
os múltiplos e profundos sentimentos
que em mim fazias despertar.
Naquele tempo
acreditava que HOJE podia ser SEMPRE
e que nós tínhamos vindo para ficar.
Era assim naquele tempo...
(inspirado num poema de João Villalobos, publicado no blogue "as penas do flamingo", em 03/06/2010)
