quarta-feira, dezembro 14, 2005

Não há Rosas sem Espinhos


É da sabedoria comum que não há rosas sem espinhos, como também o é o facto de não haver regra sem excepção.

Porque o povo tem sempre razão e tudo isto é mesmo assim porque o é, relembro, sem qualquer hesitação, que no jardim para o qual dava a janela do meu quarto de criança havia uma trepadeira que, em cada primavera, me deliciava com os seus perfumados cachos de rosas - sem espinhos.

7 comentários:

Winters disse...

Bom, então julgo que vais ter de mudar o titulo do teu POst..não?!?!?!

maria disse...

Ou será que não percebeste?

ana tavares disse...

Muitas vezes os espinhos das "nossas rosas" são por nós alimentados...
Podemos com algum saber alimentar sem espinhos a rosa da vida: amor, carinho, esperança... mas nada de espnhos.
E assim deliciamo-nos com os "cachos das rosas - sem espinhos"

maria disse...

Cara Ana Tavares,
Parece-me haver no teu comentário uma concordância, quase uma cumplicidade.
Se és quem penso, sempre nos entendemos sem ser necessário recorrer às palavras... estas apenas o confirmam!;)
Um beijo.

Ana Tavares disse...

Sou quem pensas e quero que continues com este blog que me está a deixar viciada com as coisas lindas que tenho lido,
Força!!!

Vasco Pontes disse...

Olá Maria,
Só para dizer-te que estive aqui.
Vejo o que fazes como algo tão íntimo, que não tenho coragem de dizer nada. Apenas ficar, apreciando, como é possível desfolhar-se tanto uma pessoa.
Beijos... minha querida e única leitora :)

maria disse...

Olá Vasco,
Fiquei contente por saber que tinhas visitado o meu blog e aprecio o facto de teres decidido abster-te de comentar o que eu faço, por uma questão de respeito para com a minha intimidade. Apesar disso, como sabes, quem se expõe desta forma já ultrapassou as barreiras que nos levam a guardar o que escrevemos na gaveta e, sinceramente, aguarda com carinho os comentários de quem lê. Já disse isto a outro amigo leitor: sobretudo se a pessoa que lê nos importa.
É o caso.
Um beijo.