Gosto muito do booktrailer que a Sónia Coelho Gomes concebeu! Obrigada.
http://www.youtube.com/watch?v=1jNL9J3HSC0
...no jardim para o qual dava a janela do meu quarto de criança havia uma trepadeira que, em cada primavera, me deliciava com os seus perfumados cachos de rosas - sem espinhos.
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sexta-feira, outubro 07, 2011
segunda-feira, maio 30, 2011
A nossa praia, Amor, a nossa praia!
Nota: Importante ver/ouvir o vídeo: o som do mar, o seu espraiar-se na areia... são beijos, carícias!
Vídeo de António Rodrigues, na Praia do Molhe Leste, Peniche, em 28 de Maio de 2011
(Título em paráfrase do soneto de Florbela Espanca: "A nossa casa, Amor, a nossa casa".)
A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onde está ela, Amor, que não a vejo?
Na minha doida fantasia em brasa
Constrói-a, num instante, o meu desejo!
Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa?
Sonho...que eu e tu, dois pobrezinhos,
Andamos de mãos dadas, nos caminhos
Duma terra de rosas, num jardim,
Num país de ilusão que nunca vi...
E que eu moro -- tão bom! -- dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim...
Florbela Espanca
Foto de António Rodrigues - Praia do Molhe Leste, Peniche, em 28/05/2011
terça-feira, dezembro 22, 2009
Pasión
Aqui ficam os votos de um Bom Natal, para todos os meus amigos, com esta composição conseguida a partir de algumas pinturas da Júlia Calçada, acompanhadas pela pasión do Rodrigo Leão.
terça-feira, dezembro 08, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
Pássaros feridos
O meu grande amigo Alberto Pereira ganhou, nos Concursos de 2009 do "Ora, Vejamos..." o 2º prémio no género poesia e o 1º prémio no género conto. A querida Zélia Santos diz os seus poemas como ninguém e aqui está, para nosso bel-prazer, um excelente vídeo que produziu. A não perder!
PÁSSAROS FERIDOS
Estremeço,
já não vejo os pássaros que nasciam na garganta
quando dizias meu amor.
Esses partiram há muito
e no seu lugar, quero dizer-te,
sonham tempestades.
Nunca a eternidade se demorara na pele
como nesse tempo.
Trazíamos o céu entre os anéis
e a força com que apertávamos o paraíso.
Deus sentava-se no coração
a adiantar as horas,
a manhã chegava mais cedo.
Era urgente não adormecer,
viviam-se muitos anos num dia
e cada pensamento
coleccionava o mundo inteiro.
O sangue ruiu quando partiste.
Descobri então que o corpo
não tinha lista de espera para as cicatrizes.
Até Deus enlouqueceu,
grita que a escuridão é mais fácil de respirar.
Somos delírios
e a morte um vício para sempre.
Autoria: Alberto Pereira
Estremeço,
já não vejo os pássaros que nasciam na garganta
quando dizias meu amor.
Esses partiram há muito
e no seu lugar, quero dizer-te,
sonham tempestades.
Nunca a eternidade se demorara na pele
como nesse tempo.
Trazíamos o céu entre os anéis
e a força com que apertávamos o paraíso.
Deus sentava-se no coração
a adiantar as horas,
a manhã chegava mais cedo.
Era urgente não adormecer,
viviam-se muitos anos num dia
e cada pensamento
coleccionava o mundo inteiro.
O sangue ruiu quando partiste.
Descobri então que o corpo
não tinha lista de espera para as cicatrizes.
Até Deus enlouqueceu,
grita que a escuridão é mais fácil de respirar.
Somos delírios
e a morte um vício para sempre.
Autoria: Alberto Pereira
domingo, fevereiro 01, 2009
Caravan of love (a capella)
Esta foi uma música que aprendi a amar com alguém que muito amei.
Não me envergonho de aqui reproduzir o vídeo nem da memória que o mesmo me traz. Somos o que somos mas também o que fomos.
Não me arrependo de ter sido quem fui... tal como convivo com quem sou hoje. Se só se vive uma vez, por que não aproveitar ao máximo todos os pedacinhos?
domingo, novembro 16, 2008
O meu País
O meu Pais - música de "Luar na Lubre"
Há muito que não me deixava comover assim por uma música. Dos meus olhos, habitualmente secos, de tão habituados a chorar para dentro, brotaram lágrimas, ao sentir este delicioso acasalamento entre a sonoridade instrumental celta e a voz dolorida, o tom, os requebros do fado tipicamente português. O meu País não acaba no rio Minho, ao Norte de Portugal; estende-se para lá dele até ao Mar Cantábrico e só encontra a fronteira quando, em Ribadeo, chega ao fim das Ryas Altas, quando Viveiro, Porto Barqueiro e a Estaca de Bares já ficaram para trás.
O amor pela beleza dos lugares ... esse continua pelas terras das Astúrias... e mais à frente... sempre... até onde o sentimento pelas maravilhas deste planeta (ainda que, repentinamente, a minha direcção se inverta para oeste em vez de leste) me fazem sentir que Pátria é ligação afectiva, é o deslumbramento que ainda me causa este corpo celeste que, temporariamente, habito.
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